Gestão eficiente: economia na área da saúde amplia serviço e beneficia milhões

A gestão eficiente dos recursos públicos no Brasil tem gerado uma revolução na Saúde. Conquistas como o aumento no número de ambulâncias e ampliação da rede de atenção básica foram alcançadas após o Ministério da Saúde economizar R$ 4,6 bilhões. Esse valor cresce a cada dia e é reaplicado em benefício dos usuários do Sistema Único de Saúde.

Chegar nesse nível de economia foi possível após revisão de contratos, extinção de cargos comissionados e compra de medicamentos mais baratos. Ampliar os serviços do SUS beneficia os cerca de 150 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente do sistema.

Urgência e emergência

Mais de 120 Unidades de Pronto-Atendimento (Upas) foram inauguradas em todo o Brasil.Antes, 451 Upas funcionavam, hoje são 576. As unidades são responsáveis por atender à grande parte das urgências e emergências, como: pressão alta, febre, fraturas, cortes, infarto e derrame.

Renovação do transporte

Antes, existiam cerca de 3,1 mil ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para atendimento a urgências pré-hospitalares. Hoje, esse número passa de 3,2 mil veículos. Para 2018, já estão previstas mais 391 ambulâncias.

O Ministério da Saúde também doará mil vans e 6,5 mil ambulâncias brancas usadas no transporte sanitário eletivo. Além disso, mais de 57% da frota do Samu com mais de cinco anos foi renovada – são mais de duas mil novas ambulâncias.

Saúde da família

Em maio de 2016, funcionavam 3,7 mil Núcleos de Apoio à Saúde da Família. Agora, são 4,8 mil. Os núcleos ampliam a capacidade de resposta à maior parte dos problemas de saúde da população na atenção básica.

Cada unidade é formada por equipes multiprofissionais, compostas de diferentes especialidades, que atuam de forma integrada e apoiam os profissionais das equipes de Saúde da Família.

Aparelhos de radioterapia

Até o começo da atual gestão, nenhum acelerador linear previsto no Plano de Expansão da Radioterapia havia sido entregue aos estados brasileiros. Desde então, 13 novos aparelhos foram entregues e, para 2018, já estão previstos mais 25.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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